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Renault Group demonstra resiliência e estratégia robusta
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19/02/2026, 19:02
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Renault Group demonstra resiliência e estratégia robusta
Renault Group demonstra resiliência e estratégia robusta, encarando o futuro com confiança
• O Renault Group atingiu forte rentabilidade e geração de fluxo de caixa livre, em linha com sua previsão financeira de 2025, atualizada em 15 de julho de 2025: • Faturamento do Grupo: 57,9 bilhões de euros, +3,0% e +4,5% com taxas de câmbio constantes[1] vs. 2024. Esta performance robusta foi alavancada por suas três marcas automotivas complementares, que estão todas em crescimento graças à implementação do International Game Plan e à eletrificação da gama de produtos; • Sólida margem operacional do Grupo: 3,6 bilhões de euros, para 6,3% do faturamento do Grupo; • Resultado líquido de participação do Grupo: -10,9 bilhões de euros. Inclui os impactos da Nissan: -9,3 bilhões de euros de perdas não monetárias, associadas à evolução do tratamento contábil da participação do Renault Group na Nissan e -2,3 bilhões de euros em contribuição das empresas associadas; • Fluxo de caixa livre[2] da Divisão Automotiva elevado: 1,5 bilhão de euros, alavancado pela performance operacional do Grupo parcialmente compensado pela variação negativa das necessidades em capital de giro. O fluxo de caixa livre inclui 300 milhões de euros de dividendos recebidos da Mobilize Financial Services; · Posição líquida financeira da Divisão Automotiva em nível recorde: 7,4 bilhões de euros em 31 de dezembro de 2025; · Nível equilibrado dos estoques totais em 539.000 unidades em 31 de dezembro de 2025; · Um pagamento de dividendos de 2,20 euros por ação será submetido à aprovação da Assembleia Geral dos Acionistas em 30 de abril de 2026; · Aumento da nota de crédito: em 18 de dezembro de 2025, a agência de crédito S&P Global Ratings elevou a nota de crédito de longo prazo da Renault SA para o status de grau de investimento “BBB-”, com uma perspectiva estável, contra a classificação “BB+” anterior; · Perspectivas financeiras para 2026: resiliência em um ambiente complexo; • Margem operacional do Grupo de aproximadamente 5,5% do faturamento do Grupo; • Fluxo de caixa livre da Divisão Automotiva de aproximadamente 1,0 bilhão de euros, incluindo 350 milhões de euros de dividendos recebidos de Mobilize Financial Services[3]; · Perspectivas financeiras de médio prazo: manter resultados financeiros robustos e resilientes de forma perene: • Margem operacional do Grupo entre 5% e 7% do faturamento do Grupo em médio prazo, sendo a faixa inferior da previsão de margem sensivelmente superior às margens históricas1. · Fluxo de caixa livre da Divisão Automotiva ≥ 1,5 bilhão de euros por ano em média em médio prazo2, incluindo aproximadamente 500 milhões de euros por ano em média de dividendos recebidos da Mobilize Financial Services3. “Em um contexto de mercado desafiador, nossos resultados de 2025 demonstram o compromisso das nossas equipes para entregar uma performance consistente de primeiro nível entre os players da indústria automotiva. Esta performance reflete a solidez dos nossos fundamentos e nossa agilidade. Este sucesso confirma sobretudo a pertinência da nossa estratégia de produtos robusta e o poder das nossas marcas, que são reconhecidas pelos nossos clientes. Daqui a algumas semanas, vamos anunciar nossa estratégia que visa o crescimento do nosso negócio, bem como o fortalecimento da resiliência do nosso modelo operacional e financeiro. Temos condições de enfrentar o futuro com confiança e ambição, para ancorar o Renault Group como referência em nossa indústria e criar valor para todos os nossos stakeholders”, declarou François Provost, CEO do Renault Group. Performance comercial · Em 2025, o Renault Group vendeu 2.336.807 veículos em todo o mundo (+3,2%, em um mercado em alta de 1,6%) e todas as suas três marcas complementares registraram um crescimento superior ao do mercado: • Na Europa, o Renault Group está no pódio das montadoras de automóveis: · A Renault é a marca automotiva francesa número um no mundo, e a marca número dois no mercado europeu de veículos VP + VU4; · A Dacia alcançou o segundo lugar do pódio no mercado europeu de VP vendidos no varejo com o Sandero, o veículo de passeio campeão de vendas na Europa, considerando todos os canais de vendas; · A Alpine ultrapassou pela primeira vez os 10 mil emplacamentos, mais do que o dobro em comparação com o ano anterior. • Nos mercados internacionais5, as vendas da marca Renault aumentaram 11,7%, graças a um forte crescimento em seus mercados-chave: América Latina (+11,3%), Coreia do Sul (+55,9%) e Marrocos (+44,8%). • Sucesso dos lançamentos: · Na Europa, o Renault 5 (n° 1 em veículos elétricos do segmento B na Europa), Renault Symbioz (modelo híbrido mais vendido da marca), Dacia Bigster (C-SUV campeão de vendas no varejo no segundo semestre de 2025); · Continuidade da expansão fora da Europa com o Renault Koleos (terceiro veículo mais vendido do segmento D-SUV híbrido na Coreia do Sul) e Renault Kardian (quase 50.000 unidades vendidas). ___________________________________ [1] 3,9% em média, entre 2005 e 2025. 2 Em comparação com uma média histórica de 0,6 bilhão de euros por ano, entre 2005 e 2025. 3 Sujeito à proposição do Conselho de Administração da MFS e aprovação da Assembleia Geral dos Acionistas. 4 VP + VU: veículos de passeio e veículos comerciais leves. 5 Exceto Europa. · Ofensiva de eletrificação em veículos de passeio na Europa: • O Renault Group continua sua ofensiva de eletrificação, com um forte crescimento em veículos elétricos (+77,3%) e veículos híbridos (+35,2%). Os mix de veículos elétricos e híbridos atingiram respectivamente 14% e 30% do total de vendas. • A marca Renault lidera a corrida em veículos elétricos, graças aos seus novos modelos, atingindo um mix de veículos elétricos de 20,3% (vendas de VEs em alta de 72,4%), mantendo ao mesmo tempo um grande foco nas vendas de híbridos, em alta de 17,1%. • A Dacia registrou um crescimento de 122,0% em vendas de veículos híbridos em comparação com 2024. · Estratégia comercial com foco no valor: • As vendas no varejo representaram quase 60% das vendas totais de VP nos cinco principais países europeus[4] (+17 pontos acima da média do mercado) com os modelos Dacia Sandero, Dacia Duster e Renault Clio no top 5 desta categoria. • Na Europa, as vendas do segmento C e superiores representaram 31% das vendas de VP do Grupo (+1,0 ponto). • Estratégia rigorosa em valores residuais, de 5 a 12 pontos superiores em comparação com os concorrentes europeus[5]. Resultados financeiros As contas consolidadas do Renault Group e as demonstrações financeiras da Renault SA em 31 de dezembro de 2025 foram aprovadas pelo Conselho de Administração de 18 de fevereiro de 2026, reunido sob a presidência de Jean-Dominique Senard. O faturamento do Grupo atingiu 57.922 milhões de euros, em progressão de 3,0% em comparação com 2024. Com taxas de câmbio constantes[6], o aumento foi de 4,5%. O faturamento da Divisão Automotiva atingiu 51.442 milhões de euros, em progressão de 1,8% em comparação com 2024. Inclui 1,6 ponto de efeito negativo do câmbio (para -814 milhões de euros), essencialmente ligado à desvalorização da Lira Turca e do Peso Argentino. Com taxas de câmbio constantes3, o avanço foi de 3,4%, em razão principalmente dos elementos seguintes: · Um efeito positivo dos volumes de 0,7 ponto, associado ao aumento de 3,2% dos emplacamentos, parcialmente compensado por estoques mais baixos nas concessionárias em 2025 em comparação com 2024. Em 31 de dezembro de 2025, os estoques totais de veículos novos chegaram a 539.000 veículos (442.000 nas concessionárias independentes e 97.000 no escopo do Grupo) e estão em um nível equilibrado para dar sustentação às operações. · Um efeito positivo do mix de produtos de +3,2 pontos, graças aos recentes lançamentos do Grupo (Dacia Bigster, Renault Symbioz, Renault 5, Alpine A290, Renault 4, Renault Koleos, etc.). Este efeito continuará a ser de positivo em 2026, graças aos novos lançamentos. · Um efeito ligeiramente negativo dos preços de -0,2 ponto, em razão das condições de mercado que continuam desafiadoras na Europa, com pressão comercial. Uma parte dos efeitos negativos do câmbio foi compensada por aumentos de preços. Em linha com sua estratégia de foco no valor, a política de preços do Grupo mantém forte ênfase nos valores residuais, que são um fator-chave da performance de longo prazo. · Um efeito negativo do mix geográfico de -0,5 ponto, principalmente associado ao crescimento das vendas fora da Europa. · Um efeito ligeiramente negativo das vendas a empresas parceiras de -0,1 ponto. Esta evolução é explicada principalmente por faturamentos não recorrentes de P&D a parceiros no 1º semestre de 2024 e pela desconsolidação, no fim de maio de 2024, das vendas de motores da Horse a empresas parceiras, parcialmente compensadas pelos efeitos positivos dos programas com nossos parceiros e do impacto da integração de RNAIPL (Renault Nissan Automotive India Private Ltd) no escopo da consolidação desde 1º de agosto de 2025. · Um efeito positivo de “Outros” de +0,3 ponto, principalmente alavancado pela performance das atividades de pós-vendas e distribuição. O Grupo registrou uma margem operacional de 3.632 milhões de euros, para 6,3% do faturamento, em comparação com 4.263 milhões de euros e 7,6% em 2024. A margem operacional da Divisão Automotiva chegou a 4,2% do faturamento da Divisão Automotiva, para 2.184 milhões de euros, contra 2.996 milhões de euros em 2024. Esta evolução é explicada principalmente pelos elementos seguintes: · Um impacto negativo das taxas de câmbio de -282 milhões de euros, principalmente ligado ao efeito negativo do Peso Argentino. O impacto positivo da Lira Turca nos custos de produção compensou o aumento das vendas do Grupo na Turquia. · Um efeito positivo dos volumes de +186 milhões de euros. · Combinados, os efeitos dos preços/mix/enriquecimento e custos representaram -341 milhões de euros. Esta evolução reflete o aumento da pressão comercial, principalmente na Europa, a progressão do mix de veículos elétricos e o crescimento das vendas fora da Europa. Ela também inclui um efeito negativo ligado à queda nas vendas de veículos comerciais leves, cujas margens estão superiores à margem média do Grupo. Estes efeitos foram parcialmente compensados por um programa de gestão dos custos eficiente, que permitiu atingir a meta de redução de custos das vendas variável de 400 euros por veículo em 2025, principalmente graças uma forte performance das compras que começa a se beneficiar das sinergias em motores fornecidos pela Horse Powertrain. Esta performance de custos foi compensada em certa medida por uma alta nos custos de garantia (-160 milhões de euros). · Um efeito negativo de P&D de -87 milhões de euros, principalmente associado a uma base de comparação desfavorável em razão de um faturamento não recorrente de P&D a parceiros no 1º semestre de 2024. · Uma melhoria nas despesas gerais de +59 milhões de euros, graças a um controle rigoroso das despesas. · Um efeito “Outros” de -59 milhões de euros. · Horse (desconsolidada desde 31 de maio de 2024): -279 milhões de euros em 2025 em comparação com 2024, associados ao impacto da desconsolidação detalhada no press release dos resultados do 1º semestre de 2025. A contribuição da Mobilize Financial Services (Financiamento das Vendas) para a margem operacional do Grupo atingiu 1.468 milhões de euros em comparação com 1.295 milhões de euros em 2024. Esta performance é explicada principalmente pela ampliação das opções de financiamento e serviços como fator-chave da estratégia marketing do Grupo, principalmente para veículos eletrificados. Os outros produtos e despesas operacionais ficaram negativos à altura de -11,5 bilhões de euros (contra -1,7 bilhão de euros em 2024). Incluem perdas não monetárias de -9,3 bilhões de euros, associadas à modificação do tratamento contábil da participação do Renault Group na Nissan, uma perda de valor (impairment) de -0,9 bilhão de euros em desenvolvimentos de veículos e ativos de produção específicos, bem como despesas de restruturação à altura de -0,4 bilhão de euros. Após consideração dos outros produtos e despesas operacionais, o resultado operacional do Grupo ficou em -7.867 milhões de euros, em comparação com 2.576 milhões de euros em 2024. O resultado financeiro totalizou -208 milhões de euros, contra -517 milhões de euros em 2024. A hiperinflação na Argentina teve um impacto negativo menos elevado em 2025 do que em 2024. A contribuição das empresas associadas totalizou -2.198 milhões de euros, contra -521 milhões de euros em 2024. Inclui -2.331 milhões de euros de contribuição da Nissan. Desde 30 de junho de 2025, data da mudança do método contábil, os resultados da Nissan não afetam mais o resultado do Grupo. A contribuição da Horse Powertrain Limited chegou a 245 milhões de euros. Os impostos correntes e diferidos representaram uma despesa de -522 milhões de euros, sendo -24 milhões de euros a título de sobretaxa excepcional na França, contra uma despesa de -647 milhões de euros em 2024. A alíquota efetiva é de 42%. Sua evolução em 2025 foi fortemente afetada pela ausência de reconhecimento dos impostos diferidos nas despesas e nos déficits fiscais, principalmente na França. Assim, o resultado líquido de participação do Grupo ficou em -10.931 milhões de euros (para -40,0 euros por ação). O resultado líquido de participação do Grupo excluindo os impactos da Nissan[7] chegou a 715 milhões de euros. A capacidade de autofinanciamento da Divisão Automotiva atingiu 4.744 milhões de euros em 2025. Inclui 300 milhões de euros de dividendos recebidos da Mobilize Financial Services, sendo 150 milhões de euros a título do exercício de 2024 e 150 milhões de dividendos intermediários a título do exercício de 2025. Com exceção do impacto das cessões de ativos, o montante das despesas líquidas totais de CAPEX e P&D do Grupo chegou a 4.012 milhões de euros, para 6,9% do faturamento, contra 7,2% em 2024. As cessões de ativos representaram 71 milhões de euros, contra 94 milhões de euros em 2024. O nível líquido de CAPEX e P&D do Grupo chegou a 6,8% do faturamento, incluindo as cessões de ativos. O fluxo de caixa livre[8] da Divisão Automotiva chegou a 1.473 milhões de euros. Inclui 300 milhões de euros de custos de restruturação, bem como uma variação negativa das necessidades em capital de giro (NCG) de 190 milhões de euros, refletindo a vontade do Grupo de ter uma gestão equilibrada das NCG de forma perene. Neste contexto, o Renault Group tem a meta de realizar, em 2025 e 2026, a variação significativamente positiva de 844 milhões de euros de NCG registrada no fechamento de 2024. Em 31 de dezembro de 2025, a posição financeira líquida da Divisão Automotiva chegou a 7.370 milhões de euros, contra 7.096 milhões de euros em 31 de dezembro de 2024. Esta evolução é explicada pelo fluxo de caixa livre elevado e inclui -697 milhões de euros de dividendos pagos aos Acionistas, -186 milhões de euros de investimentos financeiros líquidos (principalmente na startup Free To X) bem como o impacto da aquisição e consolidação da empresa RNAIPL à altura de +76 milhões de euros. A reserva de liquidez da Divisão Automotiva no fechamento de dezembro de 2025 atingiu um nível elevado de 17,7 bilhões de euros, contra 18,5 bilhões de euros em 31 de dezembro de 2024. Dividendos O pagamento de dividendos proposto a título do exercício de 2025 é de 2,20 euros por ação, estável em valor absoluto em comparação com o ano anterior. Este pagamento de dividendos realizado integralmente em espécie será submetido à aprovação da Assembleia Geral dos Acionistas em 30 de abril de 2026. A data ex-dividendo está prevista para 8 de maio de 2026 e o pagamento efetivo em 12 de maio de 2026. Perspectivas financeiras para 2026: resiliência em um ambiente complexo Em 2026, o Renault Group segue sua ofensiva de produtos: · Para renovar e ampliar sua gama de modelos comercializados na Europa, principalmente os modelos elétricos e híbridos, incluindo o novo Renault Clio, Renault Twingo E-Tech elétrico, Trafic van E-Tech, um novo modelo Dacia elétrico do segmento A, um novo modelo Dacia a combustão e híbrido do segmento C e o Alpine A390. · Acelerar seu crescimento fora da Europa, principalmente graças ao Renault Boreal (C-SUV) na América Latina e Turquia, o Renault Duster na Índia, Renault Filante (E-SUV) na Coreia do Sul e nos mercados fora da Europa, e uma nova picape Renault na América Latina. Em relação às perspectivas financeiras para o ano de 2026, o Renault Group tem como meta os objetivos seguintes: · Margem operacional do Grupo de aproximadamente 5,5% do faturamento do Grupo; · Fluxo de caixa livre da Divisão Automotiva de aproximadamente 1,0 bilhão de euros. Em 2026, o crescimento fora da Europa, progressão das vendas a empresas parceiras, participação crescente dos veículos elétricos e o impacto da consolidação da empresa RNAIPL1 no ano completo levarão a um crescimento do faturamento, mesmo que estes efeitos sejam diluídos na margem. A redução dos custos continua sendo uma prioridade-chave em 2026 e nos próximos anos. O fluxo de caixa livre da Divisão Automotiva em 2026 deve incluir 350 milhões de euros de dividendos recebidos da Mobilize Financial Services2 (contra 300 milhões de euros recebidos em 2025). O Grupo prevê uma variação negativa das necessidades em capital de giro em 2026, a fim de continuar realizando a variação das necessidades em capital de giro registrada no fechamento de 2024. ________________________ 1 RNAIPL: Renault Nissan Automotive India Private Ltd. 2 Sujeito à proposição do Conselho de Administração da MFS e aprovação da Assembleia Geral dos Acionistas Perspectivas financeiras em médio prazo: manter resultados financeiros robustos e resilientes de forma perene O roadmap estratégico será apresentado durante o Strategy Day em 10 de março de 2026, e será baseado nas convicções seguintes: · Produtos & experiência do cliente: o Renault Group prevê lançar uma segunda gama de produtos bem-sucedida na Europa e ser um concorrente de primeiro plano nos mercados com forte potencial (Índia, América Latina), oferecendo aos seus clientes uma experiência global, de grande qualidade e diferenciadora, durante todo o ciclo de vida do veículo. · Tecnologia & inovação: o Renault Group visa propor uma série completa de componentes tecnológicos para veículos elétricos e software, e escrever o próximo capítulo da história de sucesso dos híbridos. · Excelência operacional: o Renault Group tem como meta a excelência na gestão de suas operações, com a ambição de se equiparar às montadoras de automóveis chinesas em áreas como a inovação, custos e velocidade. · Engajamento junto aos stakeholders: o Renault Group tem o objetivo de manter um diálogo proativo e implementar planos de ação com todos os stakeholders: colaboradores, fornecedores, distribuidores e parceiros. Em relação às parcerias, o Renault Group tem o objetivo de ser forte de maneira independente, com parcerias para acelerar a competitividade. O Grupo revela hoje suas perspectivas financeiras de médio prazo. Em um contexto de mercado extremamente desafiador, o Grupo tem o objetivo de criar valor com coerência e previsibilidade, graças a uma estratégia rigorosa e realista. A meta1 é uma margem operacional robusta e perene, bem como uma forte geração de fluxo de caixa livre: · Margem operacional do Grupo entre 5% e 7% do faturamento do Grupo em médio prazo, sendo a faixa inferior da previsão de margem sensivelmente superior às margens históricas2. · Fluxo de caixa livre da Divisão Automotiva em média de ≥ 1,5 bilhão de euros por ano em médio prazo3, incluindo aproximadamente 500 milhões de euros em média por ano de dividendos recebidos da Mobilize Financial Services4. Margem operacional robusta e perene Os produtos e a expansão nos mercados internacionais serão os motores de crescimento, sustentados pela aceleração da transformação do Grupo para aumentar a velocidade, agilidade, eficiência e simplicidade. ______________________ 1 Com normas contábeis constantes, excluindo os impactos potenciais da norma IFRS18 que estão em estudo para uma primeira aplicação em 2027. 2 3,9% em média, entre 2025 e 2025. 3 Em comparação com uma média histórica de 0,6 bilhão de euros por ano, entre 2005 e 2025. 4 Sujeito à proposição do Conselho de Administração da MFS e aprovação da Assembleia Geral dos Acionistas. O Renault Group prevê um crescimento médio de um dígito de seu faturamento total (CAGR1) em médio prazo. Este crescimento será sustentado tanto pelas atividades da Divisão Automotiva como pela Mobilize Financial Services. Este plano foi concebido para fortalecer o Renault Group de maneira independente, principalmente na Europa, e para estar aberto a parcerias de aceleração da competitividade, essencialmente fora da Europa. A redução de custos continuará sendo uma prioridade-chave no Grupo e será realizada graças à performance na gestão dos custos variáveis e a uma disciplina rigorosa dos custos fixos: · Custos variáveis: os custos variáveis (COGS) por veículo devem diminuir em aproximadamente 400 euros por ano em média, principalmente graças às melhorias tecnológicas, competitividade da Horse Powertrain e colaboração estreita com seus fornecedores. · Disciplina em custos fixos, com forte atenção à produtividade: o Despesas de P&D CAPEX e gastos totais dos fornecedores com novos programas: os gastos totais com os novos projetos serão reduzidos em até 40% em comparação com a geração anterior, principalmente graças à generalização dos prazos de desenvolvimento dos veículos para 2 anos e reorganização dos processos. o Gastos com despesas gerais: estáveis em médio prazo Assim, o Renault Group vai manter uma base estável de custos fixos em caixa em médio prazo, permitindo uma gestão prudente do ponto de equilíbrio. Forte geração de fluxo de caixa livre A geração de fluxo de caixa livre em médio prazo será sustentada pela maior lucratividade. O Grupo vai investir em produtos e inovações, mantendo uma estratégia extremamente disciplinada para reduzir os gastos totais com novos programas. As despesas de P&D CAPEX e gastos totais dos fornecedores com novos programas continuarão inferiores a 8% do faturamento do Grupo. Em relação aos dividendos recebidos da Mobilize Financial Services, o Grupo prevê um alinhamento com a média histórica, ou seja, em média de aproximadamente 500 milhões de euros por ano2 em médio prazo. O Grupo prevê receber dividendos da Horse Powertrain Limited3 a partir de 2027. Todos estes elementos asseguram a perenidade das entradas de caixa, protegendo a solidez do balanço do Grupo. ____________________ 1 CAGR: Taxa de crescimento anual composta. 2 Sujeito à proposição do Conselho de Administração da MFS e aprovação da Assembleia Geral dos Acionistas. 3 Sujeito à aprovação da Assembleia Geral dos Acionistas da Horse Powertrain Limited. Alocação de capital rigorosa e equilibrada O Renault Group continua comprometido a implementar uma alocação de capital rigorosa e equilibrada: · Investir prioritariamente em produtos, para assegurar o crescimento futuro. O Grupo também vai implementar uma estratégia rigorosa e focada de investimentos financeiros, priorizando seu core business automotivo e as atividades que oferecem uma lógica industrial e um retorno sobre o capital empregado (ROCE) elevado. · Preservar a solidez do balanço, para garantir um perfil de grau de investimento, mantendo uma forte reserva de liquidez. · Redistribuir a criação de valor para os stakeholders: o Para os colaboradores, por meio de mecanismos de distribuição de lucros e graças a programas específicos de participação acionária dos colaboradores. A ambição do Grupo é aumentar a participação acionária dos colaboradores para 10% do capital em longo prazo. o Para os acionistas, por meio de uma política de dividendos atrativa, com aumento progressivo dos dividendos por ação em valor absoluto. Em relação ao ROCE, o Renault Group tem como meta uma taxa elevada com tendência para 25% em médio prazo, graças à organização com nível menor de ativos (asset light), gestão rigorosa de P&D CAPEX e atenção permanente nas atividades de criação de valor. Resultados consolidados do Renault Group Em milhões de euros 2024 2025 Variação Faturamento do Grupo 56.232 57.922 +3% Margem operacional 4.263 3.632 -631 Em % do faturamento 7,6% 6,3% -1,3 ponto Outros produtos e despesas operacionais -1.687 11.499 -9.812 Resultado operacional 2.576 -7.867 -10.443 Resultado financeiro -517 -208 +309 Participação no resultado das empresas associadas -521 -2.198 -1.677 Impostos correntes e diferidos -647 -522 +125 Resultado líquido 891 -10.795 -11.686 Resultado líquido de participação do Grupo 752 -10.931 -11.683 Resultado líquido de participação do Grupo, ajustado com os impactos da Nissan1 2.762 715 -2.047 Fluxo de caixa livre2 2.883 1.473 -1.410 Posição financeira líquida da Divisão Automotiva +7.096 Em 31/12/2024 +7.370 Em 31/12/2025 +274 (1) 2024: +211 milhões de euros de contribuição da Nissan nas empresas associadas, -1.527 milhões de euros de menos-valia da cessão de ações da Nissan e -694 milhões de euros de perdas de valor (impairment) sobre a participação na Nissan. 2025: -2.331 milhões de euros de contribuição da Nissan nas empresas associadas e -9.315 milhões de euros de perdas associadas à evolução do tratamento contábil da participação na Nissan. (2) Fluxo de caixa livre da Divisão Automotiva: capacidade de autofinanciamento após juros e impostos pagos (exceto dividendos recebidos das empresas cotadas em bolsa) menos os investimentos em bens tangíveis e intangíveis líquidos das cessões +/- variação das necessidades em capital de giro. Informações complementares As contas consolidadas do Renault Group e as demonstrações financeiras da Renault SA em 31 de dezembro de 2025 foram aprovadas pelo Conselho de Administração de 18 de fevereiro de 2026. Os auditores do Grupo realizaram os procedimentos de análise destas demonstrações e os relatórios de auditoria serão publicados em breve. O relatório anual com a análise completa dos resultados financeiros de 2025, incluindo um resumo das contas consolidadas, está disponível no site http://www.renaultgroup.com, na seção “Investors”. Coletiva de Imprensa dos Resultados Financeiros de 2025 Link para assistir a coletiva de imprensa em 19 de fevereiro 2026 às 8H00 (horário de Paris), disponível posteriormente em replay: events.renaultgroup.com Sobre o Renault Group O Renault Group está na vanguarda de uma mobilidade que está se reinventando. O Grupo se baseia na complementariedade de suas três marcas automotivas – Renault, Dacia, Alpine – e sua financeira cativa – Mobilize Financial Services –, para oferecer soluções de mobilidade inovadoras e sustentáveis aos seus clientes. Presente em mais de 100 países, o Renault Group vendeu 2,337 milhões de veículos em 2025. O grupo emprega mais de 100 mil colaboradores, que encarnam seu Propósito no dia a dia, para que a mobilidade aproxime as pessoas. Preparado para enfrentar desafios tanto nas ruas como nas competições, o Grupo tem um compromisso com uma transformação ambiciosa, que vai gerar valor. Este compromisso tem como foco o desenvolvimento de tecnologias e serviços inéditos, além de uma nova gama de veículos ainda mais competitiva, equilibrada e eletrificada. Alinhada com os desafios ambientais, a ambição do Renault Group é atingir a neutralidade de carbono na Europa até 2040 e no mundo até 2050. Saiba mais: https://www.renaultgroup.com/fr/ [1] Para analisar a variação do faturamento consolidado com taxas de câmbio constantes, o Renault Group recalcula o faturamento do exercício corrente aplicando a média das taxas de câmbio do período anterior. [2] Ver a definição de fluxo de caixa livre da Divisão Automotiva na página 10. [3] Sujeito à proposição do Conselho de Administração da MFS e aprovação da Assembleia Geral dos Acionistas. [4] França, Itália, Espanha, Alemanha e Reino Unido. [5] 22 marcas no segmento VP na França, Itália, Espanha, Alemanha e Reino Unido. Valores residuais nas vendas com compromisso de recompra. [6] Para analisar a variação do faturamento consolidado com taxas de câmbio constantes, o Renault Group recalcula o faturamento do exercício corrente aplicando a média das taxas de câmbio do período anterior. [7] -2.331 milhões de euros de contribuição negativa da Nissan nas empresas associadas e -9.315 milhões de euros de perdas associadas à evolução do tratamento contábil da participação na Nissan registrada em “outros produtos e despesas operacionais”. [8] Ver a definição completa de fluxo de caixa livre da Divisão Automotiva na página 10. Administrador/Fundador do Logan Clube do Brasil Visite nosso Twitter! Garagem Sandero Stepway Zen 1.6 16v 2023 Garagens Antigas Logan Authentique 2011 1.0 16v Vermelho Suzuki EN 125 Yes 2007/2008 Prata Palio EX 2001/2002 1.0 8v Fire Cinza Logan Expression Up 2011 1.0 16v Preto Fiesta Hatch Rocam 1.6 8v 2013 Logan Expression 2010/2011 1.0 16v Prata |
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